Taí um texto de um colega meu, Allan Mendes, muito bom, espero que gostem:
Vivemos em sociedade e sendo esse local onde nos relacionamos, a sociedade se torna cada vez menor, para nós, que vivemos nessa escola, ela se torna aos poucos a nossa casa. E junto com as que convivemos, que somos obrigados a interagir, formamos o que eu não consigo chamar de outro modo se não a nossa sociedade.
É claro que somos parte de uma sociedade maior, uma sociedade que nos implica a ser o lobo do homem, e nessa sociedade, amigos, o lobo come lobo, e homem atrasa homem, só pensando que aquele que deveria ser seu companheiro vai roubar o seu lugar. Mas não queremos todos chegar ao mesmo local? Será que todos os nossos sonhos foram comprados pela entrada na faculdade, com a promessa do pai de ganhar o carro do ano na garagem?
Discutindo a política do dia-a-dia nos colocamos mais perto do seres humanos que existem ao nosso lado, o companheirismo vence mais barreiras que a disputa, permitindo voltar a praticar os valores que nossa sociedade comprou. E então pensamos quanto vale a educação, o cavalheirismo ou o senso de família unida?
Diante dessas perguntas que chegam a mim eu me questiono novamente, será que devemos ser o lobo ou a ovelha? A lei da natureza onde quem vence é o mais forte deve ser obedecida, ou deve ser repensada e evoluir, pois o mais fraco ainda é nosso irmão.
E o que nos faz julgar quem é o membro mais fraco dessa sociedade? Quem merece fazer aquilo que não fazemos, o menos instruído, mas com mais valores? É por isso que peça para olharmos nossos companheiros em qualquer esfera, seja escola, casa ou estado, e pensar como ele pode nos completar, e aonde podemos chegar juntos.
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